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everything happens for...
a reason.
sou anti-social, grossa na maioria das vezes e de vez em quando meiga. gosto do meu lado apaixonada, mas quase nunca aparece. e meu lado safada chega a me assustar, mas quem não tem? protetora e ciumenta ao extremo. tenho um gênio difícil e um temperamento forte. às vezes barraqueira, outras vezes calma até demais. dura como pedra e frágil como vidro. um poço de orgulho. e mais conhecida como a rainha dos dramas. é, essa sou eu. prazer. e sabe de uma coisa? ainda tem gente que gosta.

"O pior tipo de estranho, é aquele que um dia você tanto conheceu."

Alguém tem que ceder.

"Não adianta dizer que não sente falta, você sente. Não adianta dizer que odeia, você se importa. Não adianta dizer que ela é uma idiota, você gosta disso. Não adianta dizer que ela te machucou, os dois se machucaram. Não adianta dizer que não foi bom, foi perfeito. Não precisa fingir não ter escutado a música de vocês tocando na rádio, você quis cantá-la a plenos pulmões. Não precisa fingir raiva ao dizer algo sobre ela, os seus olhos brilham. Não adianta tentar substituí-la, ninguém terá os mesmos defeitos. Talvez você ache alguém melhor, mais bonita, mais inteligente. Mas nunca com aquela mania insuportável de deixar as roupas espalhadas pelo chão ou com aquele sorriso irônico que você tanto gostava. Fingir indiferença já não funciona mais para você, o amor deu lugar ao ódio, e o ódio não vê a hora de voltar a ser amor. Não adianta olhar para frente, respirar fundo e dizer para si mesmo que ela é passado. Ela é seu passado, presente e o futuro que deseja no lugar mais intimo do seu coração. Batalha de egos. Uma guerra em que todos saem perdendo. Perdem a si mesmos. Perdem lembranças. Se agarram à futuros incertos. A saudade chega a queimar no peito e ninguém quer ceder. Mas quando um ceder.. Vai ser inesquecível. Como sempre. Ah vai, alguém tem que ceder…"

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Minhas músicas favoritas eram as suas.

Os meus gostos, também eram os seus.

Costumávamos passar horas conversando pelo celular fofocando.

A gente tinha costume de passar a madrugada conversando sobre a vida alheia nos finais de semanas.

Costumávamos sair para encher a cara, e sempre voltávamos bêbadas, uma cuidando da outra.

A gente tinha costume de rir de qualquer coisa… Porque eramos felizes, não precisava de muito pra gente, qualquer coisa nos fazia bem, pois nós que fazíamos a festa.

É uma pena que um sentimento tão bonito que a gente tinha, tenha acabado assim, por causa de uma pessoa… E o que mais me dói é saber que nunca mais vai voltar a ser como era antes.

“Era uma beleza sentir aquele sol no pescoço e então sonhar, e cochilar, e tentar não pensar no aluguel, e na comida, e na América, e nas responsabilidades. Ser ou não ser um gênio me importava menos do que o fato de não desejar nenhuma parte daquilo tudo. A força animal e a energia dos meus companheiros humanos me assombravam: que um homem pudesse trocar pneus ao longo de um dia inteiro, ou dirigir um caminhão de sorvetes, ou concorrer a uma vaga no Congresso, ou abrir as entranhas de um homem numa mesa cirúrgica, ou cometer assassinato, isto estava além da minha compreensão. Não queria nem começar. E continuo não querendo. Cada dia que eu conseguia escapar desse modo de vida tinha para mim um sabor de vitória.- Charles Bukowski  (via autografia)